terça-feira, 3 de junho de 2014

Roberto Carlos realiza turnê no segundo semestre

O rei Roberto Carlos irá realizar no segundo semestre uma turnê internacional com 19 shows. Equador, México, Estados Unidos e Canadá será os países que terão shows do cantor.

Veja abaixo a lista com a data e o lugar onde Roberto Carlos passará:

24/07/2014 Guayaquil – Equador

26/07/2014 Quito – Equador

15/08/2014 Cidade do México – México

19/08/2014 Veracruz – México

21/08/2014 Guadalajara – México

23/08/2014 Monterrey – México

26/08/2014 Queretano – México

28/08/2014 Puebla – México

30/08/2014 Merida – México

06/09/2014 Projeto Emoções Em Las Vegas – Estados Unidos

12/09/2014 San Diego/CA – Estados Unidos

13/09/2014 Los Angeles/CA – Estados Unidos

14/09/2014 San Jose/CA – Estados Unidos

17/09/2014 Mcallen/TX – Estados Unidos

19/09/2014 Miami/FL – Estados Unidos

26/09/2014 Chigago/IL – Estados Unidos

27/09/2014 Toronto – Canadá

03/10/2014 New York/NY – Estados Unidos

04/10/2014 Boston/MA – Estados Unidos

quinta-feira, 29 de maio de 2014

As curiosidades da vida do rei Roberto Carlos

- Em 1982, Roberto Carlos já era rei. Foi quando chegou a vender cinco milhões de discos no exterior, que lhe garantiu um Globo de Cristal.

– Uma das primeiras polêmicas da carreira de Roberto Carlos foi em 1986 quando a classe artística protestava contra a censura do filme Je vous salue Marie, de Jean-Luc Godard. Na contra-mão do que pautava os intelectuais, Roberto mandou uma carta ao então presidente José Sarney parabenizando-o pela proibição.

– Um dos maiores clássicos da música brasileira Como é grande o meu amor por você, Roberto fez para a ex-mulher Nice, que morreu de câncer. Para ela também foram feitas Amada Amante e Sua Estupidez.

– As canções Traumas e O Divã falam sobre o acidente que o rei sofreu aos seis anos e quando perdeu uma perna. Em 2013, em meio à polêmica das biografias autorizadas o rei disse estar preparando a própria biografia onde irá contar a história do acidente que segundo ele, “só ele sabe”.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Livro conta bastidores da biografia proibida de Roberto Carlos


O jornalista baiano Paulo Cesar Araújo conta no livro O réu e o Rei (Companhia das Letras, R$ 45) os bastidores da polêmica biografia Roberto Carlos em detalhes, lançada em 2006 e recolhida no ano seguinte, após batalha judicial e acordo entre o autor, a editora e o cantor. "Espero que ela leia o livro. Da outra vez, ele abriu o processo sem ter lido. Eu conto os detalhes sobre ser acusado sem ele ter lido", reclama o historiador e jornalista, que é também fã de Roberto Carlos.

As primeiras críticas de Roberto Carlos contra Paulo Cesar foram em novembro de 2006, durante a coletiva de imprensa sobre o especial de Natal do Rei, quando anunciou que abriria um processo judicial. Para Paulo, O réu e o Rei é um livro iluminador, tanto sobre a realidade dos biógrafos brasileiros quanto sobre a própria história do cantor e compositor.

"Roberto não construiu a história dele sozinho. A história foi construída por uma multidão de brasileiros", acredita. Para o livro, ele utilizou dados e entrevistas coletados durante 16 anos. Mais de 250 pessoas foram entrevistadas no processo de pesquisa. "Eu sou apenas mais um fã na multidão de brasileiros", compara Paulo.

Ele foi alvo de críticas do grupo Procure Saber - apoiado por Caetano Veloso, Paula Lavigne, Milton Nascimento e Gilberto Gil, entre outros. O cantor compositor carioca Chico Buarque chegou a negar ter concedido entrevista para a biografia, em carta aberta, mas o autor apresentou fotos do encontro dos dois e o áudio da entrevista.

Paulo Cesar quer relançar Roberto Carlos em detalhes após a aprovação da lei que permite a publicação de biografias de figuras públicas sem autorização, em tramitação no Congresso Nacional. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em 6 de maio.

Entrevista // Paulo Cesar de Araújo

"Eu acho que se o Roberto ler esse livro, ele nao tem mais como brigar comigo. Mas, se ele não ler, vai ficar lá, resmungando"

O réu e o Rei é um livro do livro. Por que você decidiu lançá-lo?
Eu acho que é uma história bacana porque é a primeira vez que alguém tem a história do ídolo e a história dos fãs. Esse livro é a história de um menino vindo do interior (o próprio Paulo Cesar de Araújo) e de como esse fã recebia as músicas, os discos de Roberto Carlos. A gente não tem história de um fã de Elvis, um fã dos Beatles. O livro começa contando essa história, depois parte para a pesquisas, os bastidores, o processo movido contra mim.

Qual sua expectativa com relação ao livro?
A primeira coisa que penso é que espero que ele leia o livro. Da outra vez, ele abriu o processo sem ter lido. Eu conto os detalhes sobre ser acusado sem ele ter lido. Se ele não ler o livro, vai ser repetir tudo. É a chance dele de conhecer a história dos seus fãs, como as elites culturais recebiam Roberto, como a crítica recebia. É a minha história, que é a história de milhões. Ele poderia aprender muito sobre a história dele. Roberto não construiu a história dele sozinho. A história foi construída por uma multidão de brasileiros. Eu não aceito uma palavra de Roberto sem ele ler.

Acha que o livro vai gerar muita polêmica?
Não sei. Espero que seja bem recebido. É um livro para esclarecer. Não é um livro para brigar. É um livro necessário para esclarecer. Prefiro que seja entendido assim. É para trazer luz ao debate. Estamos em um estado democrático de direito, com uma constituição que garante a liberdade de expressão.

Além de pesquisador da obra dele, você é um fã…
Eu sou apenas mais um fã na multidão de brasileiros. E tive a oportunidade de escrever essa história. Essa história poderia ter sido nunca contada. É uma história a mais, de um ponto de vista singular, que é o meu, mas que representa uma multidão. Tem esse lado da história vinda de baixo para cima e depois a história do processo. Aí você tem detalhes, intrigas, tem tudo que um processo pode ter.

Roberto Carlos em detalhes foi lançado em 2006. De lá para cá, o que mudou na pesquisa e na sua forma de enxergar a história?
Eu procurei aperfeiçoar o trabalho. Estou aprendendo sempre. Certamente é um livro melhor nesse sentido. É um livro com quase mil notas. Tem todas as fontes, de cada frase, com exceção dos fatos que vivi. É um livro de memória e de pesquisa. Eu sou personagem e narrador.  É uma história particular e uma história que é do Brasil. A imprensa é um personagem do livro, os jornalistas brasileiros. No índice onomástico, muitos jornalistas entraram no debate, que criticaram, apoiaram, comentaram, narraram, de Ratinho a Paulo Coelho, Zuenir Ventura, Ancelmo Góis.

Você espera fazer as pazes com Roberto Carlos depois desse lançamento?
Ah, espero. Eu acho que, se o Roberto ler esse livro, ele nao tem mais como brigar comigo. Vai depender da leitura. Mas, se ele não ler, vai ficar lá, resmungando. Se o Roberto se permitir ler esse livro, certamente faremos as pazes. Mas tudo vai depender desse gesto. Eu torço para isso. Se isso não acontecer, vai ser aquela tristeza, mas paciência. Vai ser aquele filme que já conhecemos. Isso é página virada. Acho até que o Roberto não vai fazer mais isso. Recentemente, ele deu uma entrevista dizendo que mudou a opinião, que só queria negociar os direitos de adaptação para o cinema, teatro, minissérie. Um artista que fez as músicas que ele fez não precisaria se preocupar com isso.

O que o lançamento de O réu e o Rei representa no momento atual, de discussão da possibilidade de lançamento de biografias sem o consetimento do biografado no Senado e na Câmara Federal?
Eu acho bacana porque vai ajudar a esclarecer. O que  aconteceu comigo é a história de vários biógrafos do Brasil, que foram para audiências, foram processados. Esse livro mostra como isso funciona. Acho que vai ajudar a iluminar isso, a mostrar o absurdo da Justiça, dessas acusações. Estamos em um período de trevas. A coisa é mais simples do que parece. É uma questão de bom senso.

Como foi o processo de pesquisa para O réu e o Rei?
As entrevistas eu já tinha no meu arquivo. Tem várias que eu já fiz ao longo do tempo. Tem matérias, entrevistas que coletei. Tem Tom Jobim falando, João Gilbeto, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan. Tem o Procure Saber todo. Antes do Procure Saber, eu já procurava saber sobre todos eles. Uma grande parte eu vou usar em futuros. São cerca de 250 personagens da música brasileira. Dá para fazer pelo menos uns dois ou três livros.

Durante as discussões sobre biografias não autorizadas, no ano passado, Chico Buarque negou que tivesse dado entrevista para Roberto Carlos em detalhes e você mostrou fotos do encontro. Vocês chegaram a se falar depois do episódio?
Não. Nunca fui procurado por nenhum artista do Procure Saber ou do Roberto Carlos. Eu conto em detalhtes tudo que aconteceu, os bastidores de como eu recebi a acusação do Chico. Como eu fiquei, como me defendi. Tem uma análise sobre o Procure Saber. O livro vem o mais atualizado possível.

Você guarda algum ressentimento com relação ao Procure Saber?
Eu não tenho nenhum problema. Por isso que estou contando. Não tenho nenhum ressentimento. Eles são meu objeto de estudo. Não posso ficar brigando com meu objeto de estudo. Eles brigaram comigo. Eu não briguei com eles. Meu arquivo sobre Gilberto Gil, João Gilberto, Caetano, Chico continua atualizado.

Você pretende relançar Roberto Carlos em detalhes?
Quando a lei mudar realmente, eu vou lutar para relançar, certamente. E acho que vai ficar mais difícil para Roberto. Eu vou ter que entrar com uma ação para uma readequação à legislação. Tem todo um trâmite legal. Mas eu espero que o próprio Roberto compreenda a situação. Mudando a lei, Roberto Carlos vai ser o último censor do país. Além do título de Rei, que conseguiu com tanto trabalho e talento, vai ter esse. Se ele tiver um amigo, um conselheiro, alguém vai dizer para ele não insistir mais nisso. “Volte a fazer canções, que o Brasil te ama por isso”. Mas eu preciso primeiro que mude a lei.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Filho de Erasmo Carlos é enterrado no Rio de Janeiro com a presença de Roberto Carlos


O corpo do músico Carlos Alexandre Esteves, filho do cantor e compositor Erasmo Carlos, foi enterrado pouco depois das 17h desta quinta-feira (15) no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste do Rio. Erasmo, um dos mais emocionados na despedida, deu um beijo na mão e a apoiou sobre o caixão. Antes, o Tremendão distribuiu rosas e fez uma oração em frente ao túmulo de sua ex-mulher e mãe de Alexandre, Narinha, morta em 1995.

Após o sepultamento, amigos e familiares fizeram uma oração coletiva. Roberto Carlos, que era padrinho de Alexandre, acompanhou o velório e o cortejo, também emocionado.

Uma bandeira do Vasco cobriu o caixão durante o cortejo e foi entregue a Erasmo antes de o corpo ser enterrado. Carlos Alexandre que foi apresentador da TV Vasco, time do coração dos dois. O presidente do clube, Roberto Dinamite, foi à cerimônia prestar solidariedade.

A área da capela durante o velório foi isolada com grades para garantir privacidade a família durante a despedida. Fãs dos ídolos da jovem guarda, se aglomeravam para ver os artistas durante o funeral. A cantora Wanderléa, foi a primeira a chegar, pouco antes das 15h.

"Os filhos de Erasmo são como se fossem filhos meus, é uma tristeza muito grande. Foi uma partida tão brutal. A gente tem que saber aceitar, mas um momento desse é muito difícil", disse a ela.

NOSSO AMOR É INVECÍVEL

Antes mesmo da chegada do carro funerário, o clima era de muita comoção. Os amigos de Gugu, como era conhecido, se abraçavam em silêncio e choravam discretamente. Amigos da banda Fica Comigo vestiam uma camiseta branca com um coração vermelho com os dizeres "O nosso amor é invencível". A frase que estampava a roupa dos presentes era uma das preferidas de Alexandre.

"O Gugu estava sempre fazendo umas frases estimulando a todos os fãs do Fica Comigo, que era o maior projeto dele e com o qual ele conseguia transmitir para o público todo amor. A frase que ele mais amava dizer, durante o show, era 'O mundo precisa de homens mais gentis e mulheres mais acessíveis', contou André Henrique, produtor da banda.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Roberto Carlos posta foto com Alexandre Pessoal, filho de Erasmo Carlos


Roberto Carlos publicou uma mensagem em memória de Alexandre Pessoal, filho de seu grande amigo e parceiro Erasmo Carlos, que teve morte cerebral confirmada nesta quarta-feira, 14. O Rei, que era padrinho do rapaz, se se pronunciou através do Instagram. Na legenda da foto, em que aparece ao lado de Alexandre, Roberto escreveu: "Meu querido afilhado, Nosso Deus de bondade te dê muita paz, muita luz, muito amor, te proteja e te abençoe."
O filho de Erasmo Carlos foi vítima de um acidente de moto na quarta-feira, 7, quando saía da casa do pai, na Barra da Tijuca. Ele teve traumatismo craniano e perfuração no pulmão, e estava em coma na UTI até então. Alexandre Pessoal teve uma séria hemorragia na terça-feira, 13, e não resistiu.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Fãs quebram protocolo e irritam Roberto Carlos durante show em São Paulo

Jotabê Medeiros - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Há um velho ditado que diz: "Onde se ganha o pão não se come a carne". Mas Roberto Carlos contrariou vigorosamente o dito popular. Na abertura de sua turnê de 7 apresentações em São Paulo, no Espaço das Américas, na noite dessa sexta-feira, o novo patrocinador do 'Rei' da canção popular brasileira estava presente por toda a casa de shows, desde o telão até o filé aperitivo na mesa, de hostess com bandeirolas da Friboi até painéis para fotos de fãs com o Rei ao fundo.

Cerca de 9 mil pessoas lotaram o Espaço das Américas, pagando ingressos que iam de R$ 150 a R$ 540. Flyers anunciando a chegada de Roberto a Las Vegas, no próximo dia 6 de setembro, e anúncios no telão vendiam os pacotes para a temporada que ele fará no MGM Grand Garden Arena, na capital americana dos jogos de azar (palavra que Roberto preferiria que não fosse escrita nem pronunciada, por conta de suas superstições). Também se anunciava o recém-lançado "coffee table book" de Roberto, livro de arte lançado pela Toriba Editora, que custa R$ 6,5 mil.

Havia referências às polêmicas envolvendo o comercial de TV que Roberto gravou para o frigorífico. Um cartaz dizia: "Você sabia que... Ao contrário do que muitos pensam, o Rei já não era totalmente vegetariano há muitos anos. Consumia aves, peixes e ovos - adorava frutos do mar?".

Emerson Fittipaldi, na segunda fila do show, foi obrigado a fazer mais de 70 selfies com fãs em fila para fotografá-lo consigo. A banda veio sem o pianista Antônio Wanderlei, que toca há 45 anos com Roberto (o maestro Eduardo Lages cumpriu a função, muito elogiado pelo cantor), mas teve a adição de um novo percussionista, Luiz Rabello.

Roberto entrou às 22h47 e o roteiro seguiu rigorosamente o dos últimos 700 shows do cantor, com o mesmo repertório. Só uma pequena inclusão, que já estava no seu show de fim de ano para a TV Globo. Taças de champanhe foram distribuídas para a primeira fila antes que Roberto cantasse Champagne, portentoso sucesso romântico de Peppino di Capri, a "nova" canção. Mas as fãs do Rei não esperaram a senha de Jesus Cristo e invadiram o gargarejo antes de Champagne, o que deixou Roberto meio contrariado - afinal, é uma canção que requer intimismo e silêncio. Ele mandou as fãs várias vezes calarem suas bocas, mas não adiantou. Chegou mesmo a resmungar com elas, mas ao final declarou seu amor incondicional por aquela relação tão extremada.

A sofisticação melódica e a voz de Roberto Carlos continuam impecáveis. Entretanto, ele deixa os fãs com água na boca quando inclui canções que contém arranjos mais funkeados, menos óbvios (ou menos batidos), como em Ilegal, Imoral ou Engorda. "Nunca fui inocente. As pessoas pensam que sou inocente. Sou bonzinho, mas não inocente", ele disse, ao comentar sobre seu repertório de natureza erótica.

O show de Roberto Carlos segue no Espaço das Américas neste sábado e domingo. Volta nos dias 16 e 17 e 24 e 25 deste mês.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Reveja participação de Senna no Especial de Roberto Carlos, em 1988

Vinte anos se passaram da morte do piloto e a lembrança de Ayrton Senna segue fresca na memória do povo brasileiro.

Em 1988, o rei das pistas participou do Especial de Fim de Ano do rei Roberto Carlos.